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9 abr 2017

Weidman toma ‘nocaute de replay’ e perde mais uma


Chris Weidman não vive mesmo sua melhor fase e acabou nocauteado até pelo replay neste sábado em Buffalo. O eterno algoz de Anderson Silva até vinha lutando bem, mas sofreu com as joelhadas de Gegard Mousasi e acabou derrotado em uma decisão polêmica da arbitragem.

Todo problema aconteceu com três minutos do 2º round. Mousasi conseguiu dominar o corpo do rival e começou a desferir joelhadas. Ciente do que tinha que fazer, Weidman colocou as duas mãos no chão para ficar em quatro e não poder mais ser acertado – como diz a nova regra.

Quando Weidman tomou uma segunda joelhada na cabeça, o experiente juiz Dan Miragliotta interrompeu a luta, achando que o movimento de Mousasi era ilegal. O problema é que o replay mostrou que, frações de segundos antes de ser golpeado, Weidman tirou uma das mãos do chão.

Criou-se um tremendo impasse para ver o que seria feito. A luta até seria retomada, mas um médico impediu que isso acontecesse depois de Weidman ter dificuldades para responder em que dia estavam. Mousasi acabou sendo declarado vencedor.622_98137b4d-726a-3da6-b21e-c8f9c2f8111f

A situação, claro, deixou os dois lutadores muito desconfortáveis.

“Vi que ele levantou as mãos na segunda joelhada. Não é minha culpa, eu queria continuar. Eu queria lutar, não queria criar um problema. Peço desculpas ao Weidman, não tenho nada contra ele, uma pena ter acontecido isso”, disse Mousasi, ainda no octógono.

“Eu não sei o que dizer. Queria dizer para vocês que voltei, ainda mais depois de tantas dificuldades, mas eu sinto muito. Amo Nova York e não acredito que isso esteja acontecendo. Eu quero voltar”, seguiu Weidman, contendo o choro.

Foi a terceira derrota seguida de Weidman, e a quinta vitória consecutiva de Mousasi.

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Daniel Cormier segue soberano nos meio-pesados do UFC. Na luta principal da noite, ele repetiu quase que exatamente o que havia feito em maio de 2015, levou Anthony Johnson para o chão e conseguiu a vitória com uma mata-leão no 2º round.

Johnson acabou surpreendendo a todos. Primeiro pela estratégia de tentar derrubar o campeão, sendo que o melhor era colocar em prática toda a sua superioridade na trocação. E depois por declara a aposentadoria ainda no octógono.

“Esta é minha última luta. Ainda não falei para Dana White, não falei para ninguém, não queria nenhuma distração. Eu me comprometi com outro trabalho, algo que queria fazer há muito tempo, diferente do MMA. Estou cansado de levar socos”, disse Johnson.

Aos 33 anos de idade, ele deixa o MMA com um cartel de 22 vitórias – sendo 16 nocautes -, e só 6 derrotas.

Fonte: ESPN

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