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25 set 2015

Vídeo: Deputado Manoel Junior cotado para a Saúde defendeu renúncia de Dilma


Nome do PMDB apontado como um dos mais cotados a assumir o Ministério da Saúde, o deputado Manoel Junior (PB) defendeu a renúncia da presidente Dilma Rousseff há cerca de um mês. Ele também já se posicionou contra a volta da CPMF e, na campanha de 2014, apoiou as candidaturas de oposição. Numa entrevista há duas semanas, o deputado fez duras críticas sobre a relação de Dilma com a bancada da legenda. “O PMDB já não é mais governo há muito tempo, desde quando fomos excluídos de algumas políticas públicas”, disse. No dia 10 de agosto, ele disse que Dilma deveria renunciar para dar lugar ao vice Michel Temer. “Ela tem de pensar no Brasil”, disse. Confira as declarações do deputado no vídeo a seguir, cedido pelo site de notícias Mais PB.

Por Reinaldo Azevedo

Veja

Comentários

  • Antonio Adalmir Fernandes

    Diante da iminente
    possibilidade de o ilustre deputado ser confirmado como novo ministro da Saúde,
    conforme se especular nos camarins políticos, onde estão se desenvolvendo as
    negociatas, os cambalachos e as trocas de cargos por apoios políticos, em
    demonstração explícita da desmoralização da administração pública e da forma
    desprezível da desvalorização da consciência política, as declarações em comento
    traduzem, de maneira translúcida e indiscutível, a verdadeira personalidade da
    insignificância do homem público tupiniquim, que tem a capacidade de se
    posicionar com altruísmo quando os fatos não lhe são favoráveis, mas muda de
    opinião num passo de mágica, como mudam as nuvens, imediatamente tão logo a
    situação se modifica em seu benefício, conforme o atendimento de suas
    conveniências políticas e pessoais, como pode ser o caso do parlamentar
    paraibano, que, de ferrenho crítico ao governo, diante de suas visíveis
    precariedades de desempenho gerencial, a ponto de sugerir a renúncia da
    presidente do país, poderá ser alçado a um dos postos mais visados da
    República, passando a ser um dos ministros mais importantes do governo, como
    quem se ganha um prêmio na loteria por ter criticado logo a pessoa mais
    desprezível da República. É evidente que, na nova configuração, o eminente
    deputado não somente vai passar a defender, com unhas e dentes, a presidente do
    país, como vai ignorar suas palavras ditas com tanta convicção e veemência.
    Trata-se, sem a menor dúvida, da desmoralização e do aviltamento do homem
    público e da subserviência de suas atividades legislativas às poderosas
    benesses e influências do poder, que tudo pode mesmo, inclusive transformar a
    bravura e o idealismo de destemido parlamentar em mero capacho presidencial,
    passando a se submeter à vontade determinante da blindagem contra os males que
    possam advir contra ela, inclusive a possível abertura de processo de
    impeachment dela, que, a partir da sua (do deputado) nomeação para o cargo tão
    cobiçado, não haverá mais o sentimento das crises alardeadas em alto e bom som
    pelo já agora pelego político oportunista e interesseiro, por ter sido comprado
    pelo preço de um ministério, onde certamente ele e seu partido terão oportunidade
    para se posicionar com a maior desenvoltura em defesa da continuidade da
    ineficiência, incompetência e mazela governamentais, antes brilhantemente
    ressaltadas com palavras apropriadas e adequadas ao momento político, em discurso
    que possivelmente deverá ser posto em dúvida quanto à forma como ele teria sido
    interpretado, ou seja, tudo o que o deputado disse não corresponde ao que
    realmente ele queria se manifestar naquele momento. Os brasileiros precisam se
    conscientizar de que os políticos tupiniquins, à vista de seus procedimentos na
    vida pública, conforme mostram os fatos do cotidiano, que são fartos e visíveis,
    estão realmente cada vez sepultando os verdadeiros princípios da ética,
    moralidade, dignidade e honestidade que deveriam primar na administração
    pública, para a realização do bem comum, e consolidando seus padrões destinados
    exclusivamente ao atendimento de seus interesses e das suas conveniências
    políticas e partidárias, como forma de absoluta dominação e de perenidade no
    poder, sob o respaldo e o beneplácito da sociedade visivelmente manipulada por
    políticas públicas estrategicamente planejadas para a consolidação do status quo, que tem como princípios o
    continuísmo e o subdesenvolvimento social, político, econômico, cultural e
    democrático, em detrimento dos anseios de aperfeiçoamento e de modernidade das
    instituições político-administrativas do país. O povo precisa reagir e lutar,
    com o máximo de urgência, como forma de denunciar as políticas e os
    procedimentos obsoletos e ultrapassados imperantes nas atividades políticas e
    administrativas do país, e exigir reformas capazes de transformar o país de
    oportunistas e interesseiros em nação verdadeiramente compatível com as
    grandezas e potencialidades do Brasil, tendo como essencial obrigação o
    cumprimento dos princípios da seriedade, moralidade, legalidade, honestidade e
    dignidade, tudo objetivando a realização da satisfação do interesse público,
    sob pena de se continuar permitindo que os homens públicos digam alguma verdade,
    mas sejam levianos em praticar atitudes completamente contrárias aos conceitos
    de civilidade e de racionalidade, em completa desmoralização dos conceitos de
    nacionalidade. Acorda, Brasil!