PUBLICIDADES
PUBLICIDADE
  • Facebook do Uirauna.net
  • Twitter do Uirauna.net
  • Canal do youtube do Uirauna.net
  • Instagram do Uirauna.net
  • Whatsapp do Uirauna.net
  • Feed do Uirauna.net
13 mar 2016

“Velho Chico”: Um romance proibido nasce entre as brigas de duas famílias


Uma trama rural e tradicional. Essa foi a escolha de Benedito Ruy Barbosa em seu retorno, após 14 anos, à principal faixa de novelas da Globo. Autor de clássicos como “Pantanal”, “Renascer” e “O Rei do Gado”, o experiente novelista aposta mais uma vez na direção geral de Luiz Fernando Carvalho, com quem fez parceria no passado, para impressionar o público com as imagens de cinema de “Velho Chico”, que estreia nesta segunda-feira (14), a 21h15.

O folhetim narra uma saga familiar que atravessa gerações às margens do Rio São Francisco e o amor proibido entre Maria Tereza (Isabella Aguiar/Júlia Dallavia/Camila Pitanga) e Santo (Rogerinho Costa/Renato Góes/Domingos Montagner), herdeiros de famílias rivais. Tudo isso em meio à ganância, à ambição desenfreada, ao coronelismo arcaico e ao apego pelo poder. A trama, dividida em duas fases principais, começa nos anos 60 e desemboca nos dias atuais.

Ficha técnica

Criada por Benedito Ruy Barbosa e Edmara Barbosa
Escrita por Edmara Barbosa e Bruno Luperi, sob supervisão de Benedito Ruy Barbosa
Direção Geral de Luiz Fernando Carvalho
Direção de Carlos Araújo, Gustavo Fernandez, Antônio Karnewale e Philipe Barcinski
Estreia: 14/03
Horário: 21h15
Antecessora: “A Regra do Jogo”, de João Emanuel Carneiro

Personagens

Maria Tereza Sá Ribeiro – Isabella Aguiar, Julia Dallavia e Camila Pitanga
Santo dos Anjos – Rogerinho Costa, Renato Góes e Domingos Montagner

Afrânio Sá Ribeiro – Rodrigo Santoro e Antônio Fagundes
Aracaçu – Carlos Betão
Aveino – Xangai
Beatriz – Dira Paes
Belmiro dos Anjos – Chico Diaz
Benedito – Cacá Vesceslau
Bento dos Anjos – Vitor Aleixo, Diyo Coelho e Irandhir Santos
Capitão Ernesto Rosa – Rodrigo Lombardi
Carlos Eduardo – Rafael Vitti e Marcelo Serrado
Ceci – Luci Pereira
Chico Criatura – Gesio Amadeu
Cícero – Lucca Fontoura, Pablo Morais e Marcos Palmeira
Clemente – Júlio Machado
Coronel Floriano – Fernando Teixeira
Coronel Jacinto Sá Ribeiro – Tarcísio Meira
Coronel Salgado – Chico de Assis
Dalva – Mariene de Castro
Dona Zilu – Verônica Cavalcanti
Doninha – Bárbara Reis e Suely Bispo
Dr. Emílio – Leopoldo Pacheco
Ednaldo – Flávio Rocha
Egídio – Maciel Melo
Encarnação Sá Ribeiro – Selma Egrei
Eulália – Fabíula Nascimento
Funcionária da cooperativa – Rose Germano
Iolanda – Carol Castro e Christiane Torloni
Isabel – Ana Raysa
Josefa – Marcélia Cartaxo
Leonor Vilela – Marina Nery
Lucas – Lucas Veloso
Luzia – Carla Fabiana, Larissa Góes e Lucy Alves
Martha – Adriana Gabriela
Martim Sá Ribeiro – Davi Caetano e Lee Taylor
Matilde – Thaissa Cavalcantti
Miguel Sá Ribeiro – Gabriel Leone
Neuza – Denise Correia
Olívia – Giullia Buscacio
Padre Romão – Umberto Magnani
Piedade dos Anhos – Cyria Coentro e Zezita Matos
Prefeito Raimundo – Nairon Barreto
Presidente da Câmara – Chico Expedito
Sacristão – Felipe Rodrigues
Severo D’Acelino – Eugênio Etore
Silvino – Francisco Carvalho
Tenório – Antônio Carlos Feio
Wanda – Evana Jeyssan
Zé Pirangueira – José Dumont

Nos anos 60…

A primeira fase de “Velho Chico” se passa em 1968 no lugarejo de Grotas de São Francisco. A região é dominada pelo velho coronel Jacinto (Tarcísio Meira), um homem rico e ignorante, que comanda há décadas a política e a economia local e que é o patriarca da família Sá Ribeiro. Ambicioso, Jacinto cobiça um pequeno, porém rico e fértil pedaço de terra de uma família vizinha, a fazenda Piatã, do Capitão Rosa (Rodrigo Lombardi). Essa disputa por esse pedaço de terra será o estopim para uma guerra entre as duas famílias, que atravessará gerações.

rodrigosantoro-velhochico12

Jacinto é casado com Encarnação (Selma Egrei). A matriarca carrega em sua aparência o sofrimento pela morte do primogênito, que morreu ao ser tragado pelas águas do Rio São Francisco, durante uma travessia perigosa. O outro filho do casal é Afrânio de Sá Ribeiro (Rodrigo Santoro/Antônio Fagundes), um rapaz amado pelo pai e preterido pela mãe. Afrânio foi estudar Direito em Salvador e vive bancado pelo pai. Na capital baiana, ele se apaixona pela cantora de bares Iolanda (Carol Castro/Christiane Torloni) e não faz ideia de como é a vida de seu pai na fazenda. Com o falecimento de Jacinto, Afrânio é obrigado a deixar para trás sua vida em Salvador, para decidir levar adiante a saga de seu pai. A partir de então, ele torna-se o jovem Coronel Saruê.

Um novo amor para Afrânio

rodrigosantoro-velhochico12Ao retornar para a fazenda da família, Afrânio tem dificuldade em encarnar a personalidade de seu pai. Nesse período, o jovem perdeu as rédeas dos negócios. Para retomar o prestígio que Jacinto tinha na região, o rapaz resolve seguir os conselhos de sua mãe. Encarnação sugere a Afrânio que ele conheça todos os parceiros de seu pai no Nordeste. E é dessa forma que ele irá conhecer Leonor (Marina Nery), uma jovem cabocla, filha de Aracaçu (Carlos Betão), dono de uma fazenda da região.

Leonor é uma jovem inquieta, obstinada e repleta de sensualidade. Ao mesmo tempo, demonstra ser uma menina doce e sonhadora. Desde cedo, quis sair dali para levar sua própria vida e sempre rezou para encontrar o marido que sonhava. E a chegada de Afrânio à fazenda de seu pai lhe traz a certeza de que ele é o homem certo para ser seu marido. Através de seu olhar, ela fisga o coração do jovem coronel. Algum tempo depois, os dois pombinhos são flagrados pela mãe da garota, Zilu (Verônica Cavalcanti), que já andava desconfiada da relação entre eles. Sem saída, o jovem acaba se casando com Leonor e volta casado para Grotas.

Ao retornar à fazenda, a mãe de Afrânio, Encarnação, quase enlouquece ao saber do casamento do filho. A contragosto da mãe, ele teria seus herdeiros com a cabocla. Em pouco tempo, o jovem se tornaria o novo coronel da região. Paralelamente a esses fatos, a família rival de seu pai começa a crescer em popularidade, liderada por Capitão Rosa. Em pouco tempo, Afrânio começa a perder poder e contratos. Acuado, ele decide usar as mesmas armas de seu pai, deixando para trás o lado mais amistoso. Para os trabalhos sujos, Afrânio conta com o apoio de Clemente (Júlio Machado). Ele pedirá a seu funcionário que ateie fogo no depósito de algodão do rival. A partir do incêndio criminoso, o ódio entre as duas famílias cresce.

  Fonte: Na Telinha

Comentários

Nome

E-mail

Comentário