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13 dez 2016

Trump elogia Temer por reformas e medidas para “fazer o Brasil crescer”


O presidente da República Michel Temer (PSDB) ligou, na manhã desta terça-feira (13), para o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump. Na ligação, Temer reiterou o interesse brasileiro em ampliar os negócios entre os dois países.

Na conversa entre os dois mandatários, ficou acertado que, após a posse de Trump – que será no próximo dia 20 de janeiro – será lançada uma agenda Brasil-Estados Unidos para o crescimento. A partir de fevereiro, será instituída uma equipe para definir os pontos dessa agenda.

Em nota, o Palácio do Planalto informou que Trump recebeu os cumprimentos do presidente brasileiro pela sua vitória nas eleições e que o norte-americano “cumprimentou Temer pelas reformas e medidas para promover o crescimento do Brasil”.

Também nessa terça, o Senado aprovou a PEC 55, que cria um limite de gastos públicos para os próximos 20 anos. A proposta foi aprovada em segundo turno com 53 votos a favor e 16 contra. O texto segue agora para sanção do presidente Michel Temer e deve ser publicado já nesta quinta-feira (15).

Trump aproveitou a ligação para apresentar também suas condolências ao presidente brasileiro pelo acidente com o avião da Chapecoense.giancarlo_comemora_gol_contra_o_santa

Ainda segundo o Planalto, a conversa entre os dois foi “bastante amigável e positiva” e resultaram na concordância de que “as relações Brasil-Estados Unidos estão boas mas ficarão ainda melhores”.

Eleição de Trump “não muda nada”, dizia Temer

Logo após a vitória de Trump nas eleições presidenciais dos Estados Unidos, Temer chegou a afirmar que a relação do Brasil com o governo norte-americano não mudaria.

“A relação do Brasil com os Estados Unidos é institucional. Temos uma tradição, tanto os Estados Unidos quanto o Brasil. Quando alguém assume o poder, onde as instituições são fortíssimas, o presidente tem que levar em conta a vontade da população”, afirmou Temer, em entrevista à rádio italiana Itatiaia, no início de novembro.

“Tenho certeza que [a relação do Brasil com os Estados Unidos] vai muito bem, não muda nada”, finalizou o presidente brasileiro, que não havia declarado apoio explícito nem a Trump e nem a sua rival democrata, Hillary Clinton.

* Com informações da Agência Brasil.

 

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