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9 nov 2018

Polo de desenvolvimento do Nordeste


(Sugestão de projeto)

 

Em se tratando de eleição no Nordeste, salta aos olhos do sertanejo, em primeiro plano, quais as reais políticas voltadas para os seus interesses, em termos dos acréscimos das melhorias que já estão asseguradas para aquela população, tão carente de assistências do Estado.

Não é novidade para ninguém que os resultados das urnas refletem exatamente o apoio dos nordestinos aos candidatos que demonstram efetividade política na defesa seus interesses e eles sempre têm sido socorridos por meio dos programas permanentes de assistência do Estado e isso é da maior importância social.

Diante desse quadro de permanente necessidade dos cuidados e da assistência do Estado, o programa Bolsa Família tem sido da maior expressão para aquela região, fazendo com que os nordestinos tenham sido eternos fiéis eleitores do candidato oficial, como forma de manter a certeza que o Nordeste nunca deixará de ser assistido com essa importante assistência social.

O exemplo palpável dessa certeza, na atual campanha, é a preferência indiscutível ao candidato que representa o partido que privilegiou a distribuição de renda sob a forma peculiar do Bolsa Família, ficando bastante patenteada a poderosa influência desse programa assistencialista na preferência dos eleitores pelo candidato petista.

Não há a menor dúvida de que se trata de programa de suma relevância para a população bastante carente do Nordeste, que, inexplicavelmente, vincula o pagamento do benefício à figura do presidente da República ou mais especificamente até mesmo ao próprio PT, partido que elegeu esse programa como a sua menina dos olhos, principalmente porque ele foi transformado em espécie de curral eleitoral, a ponto de o seu líder maior ser considerado o pai dos pobres, embora só há o envolvimento de recursos públicos aplicados normalmente em programa governamental, sem qualquer vinculação partidária.

Não há como convencer os nordestinos de que o Bolsa Família é tão somente uma forma de distribuição de renda que integra, necessariamente, senão as políticas de Estado que qualquer governo, não importando a sua ideologia ou partido, tem o dever constitucional de mantê-las em plena execução, como forma de assistência de incumbência às famílias carentes de recursos, não tendo qualquer vinculação partidária.

Diante disso, apesar de parecer muito clara a situação desse programa, é quase impossível se promover campanha de esclarecimentos junto aos bolsistas, no sentido de ser mostrados a eles a realidade de que a mudança de governo não altera, absolutamente em nada, a forma de execução do programa em causa, porque é interesse do governo que sejam cumpridos os ditames constitucionais sobre a sua competência institucional de prestar assistência financeira às famílias carentes.

É evidente que os demais candidatos precisam repisar, de forma enfática, a importância desse programa para a população cadastrada e da existência dele como forma de valorização social, fatos que ensejam a sua continuidade, o qual terá especial atenção na sua gestão, entre as prioridades das metas de governo, ante o notório reconhecimento das dificuldades de emprego e de renda existentes na região nordestina.

Não obstante, à vista da consolidação do entendimento dos nordestinos sobre o Bolsa Família, com forte vinculação ao PT, como se o dinheiro para o pagamento do benefício também tivesse origem desse partido, convém que outro candidato seja mais ousado, em esforços e originalidade, comprometendo-se com a criação de projeto de impacto para a região nordestina, como forma de neutralizar a força eleitoral do aludido programa e o seu peso nas urnas, em prol do candidato petista.

Essa iniciativa certamente faria com que o eixo dos interesses pelo Bolsa Família, já tornado consistente entre os beneficiários, fosse imediatamente desviado para o novo projeto, por se tratar de algo de suma importância social e econômica para o desenvolvimento do Nordeste e do país.

A ideia em causa pode ser considerada viável, tanto econômica como constitucionalmente, que tem como finalidade o desenvolvimento de regiões carentes que precisam sair urgentemente do atraso e se inserir nas atividades produtivas do país.

Esse projeto é factível de execução e chama-se “Polo de Desenvolvimento do Nordeste”, que tem como formato exatamente o modelo do projeto em funcionamento na Zona Franca de Manaus e como foco de funcionamento estratégico as localidades do interior do alto sertão dos estados nordestinos, em regiões altamente carentes de investimentos e de desenvolvimento.

Cite-se, a título de exemplo a cidade Uiraúna, no interior da Paraíba, de aproximadamente 15 mil habitantes, que poderia receber uma fábrica de bicicletas, cujo projeto teria o condão de contribuir para a criação de empregos para muitas cidades circunvizinhas, além de se tornar polo de desenvolvimento da região.

Com absoluta certeza, o projeto se encaixaria como uma luva no curso da campanha eleitoral, por propiciar impressão ou sensação muito forte em embate eleitoral, especialmente por atrair a atenção para algo diferente e especial que não tem sido objeto de discussão por outro candidato, ou seja, trata-se de projeto de impacto que certamente terá excelente recepção pelos nordestinos.

Não há dúvida de que se trata de projeto de efetivo impacto e objetiva desviar o foco do ridículo e improdutivo debate que vem sendo travado, entre candidatos, sobre escândalos, irregularidades e corrupções típicos das colunas policiais, por envolverem a dilapidação do patrimônio público, dada a constância dos escândalos que possibilitaram a sua banalização na administração pública.

Em síntese o projeto revolucionário desta eleição chama-se “Polo de Desenvolvimento do Nordeste”, que certamente irá despertar a atenção do mundo econômico, porque a sua maior atração é a inovação, porquanto não seria possível o desenvolvimento das regiões pobres do Nordeste se não houver um programa com tamanha repercussão como esse, porque ele vai cuidar de legar o progresso para localidades simplesmente abandonadas e esquecidas na lonjura dos grandes centros econômicos, onde funcionam normalmente as indústrias e os polos industriais, abundam os fáceis ciclos de desenvolvimento do país.

A ideia é exatamente conceder incentivos fiscais para a implantação de indústrias onde a mão de obra é abundante, precisando somente do capital e da especialização, para que os investimentos da iniciativa privada possam contribuir para transformar localidades paupérrimas e polos de industrialização e exportação de produtos de qualidade, sob as condições de incentivo fiscal nos moldes do que já existe em Manaus, em que o governo possa definir as localidades a serem beneficiadas com as indústrias.

Por certo, o projeto, por sua relevância estratégica política e socioeconômica, tem por objetivo contribuir para o desenvolvimento de algumas regiões onde, atualmente, inexistem empregos e oportunidades de trabalho para a população em condição e capacidade de produção.

Importa se vislumbrar a real possibilidade do incremento de investimentos em localidades totalmente esquecidas e abandonadas pelo governo federal, as quais, com a implantação do projeto de impacto, passarão a contribuir para o desenvolvimento não somente das regiões-sede, mas também do país, com o incremento da produção, do turismo e do microempreendedorismo, uma vez que este terá o poder de se alastrar pelas proximidades do polo de produção, entre tantos e abrangentes benefícios que hão de resultar dessa importante iniciativa, que terá o condão de transformação social e econômica.

À toda evidência, nem precisa dizer que, em termos de dignificação dos titulares das bolsas recebidas do governo, essa iniciativa terá o condão de diminuir significativamente os gastos com o programa Bolsa Família, porque parcela significativa vai preferir sustentar sua família tendo a certeza do salário proveniente do seu emprego, que é muito mais digno e honrado, principalmente pela certeza de estar contribuindo para o desenvolvimento do país.

Por último, o governante que tiver a iniciativa corajosa e digna de tentar mudar esse triste e decepcionante estado de penúria que representa a distribuição de renda por meio do Bolsa Família, que nada mais é do que o reconhecimento da indigência natural se isso não acontecesse, será naturalmente saldado e glorificado como o homem público que vislumbrou algo em real benefício do nordestino, porque o Polo de Desenvolvimento do Nordeste é programa perfeitamente viável, em termos de projeto político, porque só depende da vontade do governante de conceder incentivo aos empresários que precisam investir em regiões carentes.

À vista do exposto, não há dúvida de que o projeto aqui imaginado possibilitará, por suas fundamentações acima expostas, importante injeção de motivação para se atrair a atenção dos nordestinos para o homem pública com a coragem dos grandes estadistas, que resolve enfrentar tamanha responsabilidade no seu governo, que é o desenvolvimento de região extremamente relegada pelo Estado ao ostracismo, justamente pela falta dessa relevância que seria dada com a iniciativa projetada neste trabalho, ficando patenteado o seu real interesse pelas localidades mais pobres do país, em clara demonstração de vontade política pessoal, que pode contribuir para a efetiva melhoria das condições de vida do sofrido povo nordestino, por meio de iniciativa que irá envolvê-lo em projeto de desenvolvimento das localidades totalmente improdutivas e somente lembradas até aqui, de forma melancólica, por ocasião das eleições, ou seja, apenas em busca do seu voto. Acorda, Brasil!

  Brasília, em 10 de outubro de 2018

            ANTONIO ADALMIR FERNANDES (61 98215.7249)

 

Com a finalidade de contribuir para o aperfeiçoamento do programa de governo de um candidato presidencial, mandei, em 10/10/2018, para o seu comitê de campanha a crônica abaixo, que contém projeto especial destinado ao desenvolvimento do Nordeste, tendo por essencial objetivo possibilitar a criação de empregos/rendas e, ao mesmo tempo, contribuir para a dignificação dos homens e pais de família daquela tão esquecida região pelo governo federal, salvo com relação à distribuição de renda, em especial por meio do Bolsa Família, que não passa de ajuda necessária, mas de forma paliativa, em termos de segurança futura das famílias, em contraposição ao emprego que tem a possibilidade de assegurar tranquilidade, não somente quanto à contribuição da produtividade, mas também à aposentadoria pela contribuição previdenciária, fato que, por si só, já poderia até mudar o incompreensível e arraigado sentimento de gratidão por algo que não passa de obrigação do Estado.

 

Ditinho Minervino Ótimo parecer esse seu. O difícil é o político querer fazer, logo depois de uma votação negativa em seu favor.

Antonio Adalmir Fernandes Fernandes Querido irmão Ditinho, isso que você falou é de somenos importância, porque o presidente eleito não pode pensar nessa bobagem, porque ele precisa decidir e agir em função do conjunto do país, independentemente da votação acontecida ontem, que, no geral, ele foi vitorioso, com os votos mínimos do Nordeste, porém importantes da região tão necessitada da atenção do Estado. O Nordeste é parte importante do Brasil e que, a depender do governo dele, os votos por ideologia de esquerda, que foram dados agora, podem passar amanhã a serem dados por ideologia de direita, porque o pensamento filosófico pode mudar de repente, como mudam as nuvens, que ficam à mercê da direção dos ventos, principalmente a depender das conveniências pessoais e políticas de cada cidadão.

ENTREGA DE CRÔNICAS

Por considerar que as sugestões consubstanciadas em crônicas de minha lavra, intituladas “Polo de Desenvolvimento do Nordeste” e “Programa Mais Médicos”, são de suma importância para o progresso da população nordestina, caso sejam implantadas pelo governo federal, aproveitando o ensejo da inauguração, hoje, em Brasília, de filial da Hanan, pensei que seria excelente oportunidade para falar com o Sr. Luciano, proprietário dessa loja, que foi um dos grandes cabos eleitorais do presidente eleito e certamente deve ter se tornado fiel amigo dele, para pedir a sua gentileza de fazer chegar às mãos do futuro mandatário do Brasil as referidas crônicas, conforme mostram fotos pertinentes ao nosso encontro.

Comentários

  • Antonio Adalmir Fernandes disse:

    Essa sugestão que visa povoar o querido Nordeste em verdadeiro polo de desenvolvimento industrial, com a presença maciça de indústrias nas pequenas e remotas cidades nordestinas, como verdadeiras zonas francas do Sertão, nada mais é do que um grito de pedido de socorro dos nordestinos não somente ao futuro presidente da República, mas aos homens públicos que tenham a mínima insensibilidade política e humana, no sentido de entender que esse povo sofrido e carente não pode mais continuar nas agruras e nas intempéries estritamente na dependência dos programas assistencialistas do Governo federal, como o Bolso Família e outros, porque a dignificação do homem tem seu verdadeiro nome: trabalho, que tem o condão de garantir não somente emprego e renda, mas especialmente produção, oportunidades diversas e desenvolvimento para toda região, de maneira integrada e que todas as cidades do interior possam vislumbrar o próprio progresso. É evidente que não se pretende com isso, em absoluto, a extinção dos programas verdadeiramente assistenciais do governo, como o importante Bolsa Família, porque este é fundamental para as famílias de extrema carência financeira e que possivelmente muitas delas não têm condições de preencher exigências para o trabalho nas indústrias, embora muitas delas vão se beneficiar com dos eflúvios benfazejos do progresso que há de espargir por toda região, bastando que o presidente recém-eleito tenha boa vontade política e seja sensível às necessidade prementes de desenvolvimento do Nordeste, por ser justo e legítimo que o seu povo seja beneficiado com projeto digno, que possa efetivamente materializar algo substancial, palpável, em forma real de mostrar que o projeto em apreço pretende resgatar a verdadeira valorização do sertanejo, suplantando em definitivo os programas governamentais demagógicos, paliativos e de extrema ilusão, porque têm o condão de nunca resolver nada e ainda manter essa perversa situação de plena e irremediável miserabilidade, com indiscutível vinculação à vergonhoso e espúrio projeto eleitoreiro, diante da caracterização da sua finalidade puramente populista, com o aproveitamento da ingenuidade de população que prefere ser tratada dessa maneira, quando, à toda evidência, há alternativa de valorização do homem, com algo que ele se sinta dignificado com os seus trabalho e salário. É justamente assim que devem proceder os governos responsáveis e principalmente preocupados com a solução da deplorável indiferença à crônica pobreza de região que se encontra no estado de precariedade justamente pela forma irresponsável de governos que não tiveram a menor preocupação em priorizar políticas públicas para sanear essa triste e inaceitável situação. É importante se implorar para que os políticos do Nordeste cerrem fileira em apoio a essa importante sugestão ou apresentem outras sugestões com finalidades semelhantes, como forma de mostrar o seu amor ao Nordeste e ao seu povo, porque tem sido apenas ridículo para os homens públicos representantes da região continuarem acomodados e se sentindo satisfeitos com os indecentes benefícios existentes, diante da constatação e da experiência de que eles somente contribuem para aprofundar a insuportável situação de miserabilidade. Convém que a população, encabeçada por lideranças de entidades e organizações sociais, também se mobilize no sentido de exigir a implantação de projetos e programas capazes de gerar empregos e renda para o Nordeste, como forma de se contribuir para tirá-lo da pobreza crônica, por meio de instrumentos e mecanismos que levem, enfim, ao seu desenvolvimento socioeconômico.

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