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4 nov 2017

Polêmico, Kajuru diz porque recusou trabalhar na Globo; apresentador seria seu padrinho


Jorge Kajuru é uma metralhadora de sinceridades. Ele comete o popular sincericídio, que é quando a pessoa não para de se comprometer por ser ‘sincera demais’.

Em entrevista, o jornalista e atual vereador de Goiânia disse que a Globo queria muito fechar um contrato com ele, mas que algo considerado ‘muito grave’ o fez andar para trás e recusar o canal carioca.

“A Globo fez seis jantares comigo, todos eles intermediados pelo Galvão Bueno”, disse ele. E acrescentou: “Eu não aceitei por que, no último encontro, o diretor nacional de esportes da Globo determinou o que eu podia e o que eu não podia falar. Aí eu fiquei fora. ‘Isso aqui é censura, o senhor me desculpa’. Mas pelo menos a Globo foi honesta, falou antes o que eu não poderia falar lá”.

Segundo o UOL, o convite foi feito em 2003 e a ideia era que ele apresentasse o Globo Esporte, tivesse um quadro ao lado de Ana Paula Padrão às segundas e às quintas-feiras e ainda participasse de uma mesa redonda de rua no Esporte Espetacular, aos domingos.

Kajuru falou até quanto receberia de salário no canal da família Marinho. Por fim, ele disse que ‘se deu bem’ ao não ir para a Globo e foi ganhando MUITO mais na Band.

“A proposta foi de R$ 19 mil na época. E o Galvão insistindo, insistindo, porque ele me queria. Ele escreveu no livro dele, uma parte em que ele fala que tentou de todas as formas me levar para a Globo e para o programa dele. Queria o Kajuru, não o Renato Maurício Prado. E eu acabei indo com o Datena para a Band, por amizade, lealdade, irmandade. Eu amo o Datena. Ele falou: você vai comigo. E eu fui com o Datena. E fui ganhando R$ 100 mil por mês. A Globo me ofereceu R$ 19 mil, uma diferença abismal”.

Sobre voltar para a TV hoje em dia, ele até disse que toparia, mas com condições: “Eu poderia voltar se tivesse a liberdade de um programa de entrevistas, do meu jeito, naquele estilo meu de perguntar”.

“Seria um programa com a plateia perguntando junto comigo, dividindo mesmo. Com plateia escolhida, universitária, bem politizada, bem preparada. E sem edição”, disse.

E finalizou: “Não como o do Serginho (Groisman), que é editado e com perguntas como a Globo quer. Não falo do Serginho porque eu o considero um grande comunicador. Mas ele sabe que ele não tem liberdade na Globo”.

 

Fonte: TV Foco 

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