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11 ago 2016

Narrador da Record vem de Minas para narrar o primeiro ouro do Brasil


Marcos Leandro é carioca. Nasceu no Rio de Janeiro, mas foi em Minas Gerais que fez fama no jornalismo esportivo. Passou quase nove anos no “Globo Esporte MG” e, desde 2013, está naRecord Minas.

Narrador e apresentador, ele foi chamado para ser um dos profissionais da Record durante os Jogos Olímpicos, e o seu desempenho vem sendo elogiado, principalmente quando narra handebol e judô.

E foi na luta que ele fez algo que não esperava. Marcos foi a voz que mostrou o primeiro ouro do Brasil na Olimpíada. Melhor: foi a primeira vez que narrou uma medalha do Brasil.

Em conversa com o NaTelinha, Marcos Leandro comentou a emoção e disse ter se sentido um privilegiado por narrar um ouro nos Jogos na sua casa e cidade natal: “Me senti um privilegiado. Logo em minha primeira Olimpíada, transmitir para o meu país, ao vivo, a glória esportiva de uma atleta brasileira foi edificante para mim. Se estivesse em minha casa, com certeza, vibraria da mesma forma durante aqueles eternos poucos minutos”.marcosleandro-narrador-record (1)

“A judoca Rafaela Silva superou dificuldades na vida e a conquista esportiva dela foi linda, principalmente depois de tudo que ela passou em Londres-2012. Narrar a conquista de uma medalha de ouro para o Brasil foi a realização de um dos meus sonhos. E torço muito para que venham mais medalhas. Se forem de ouro melhor, claro. Agradeço a TV Record pela oportunidade e pelo suporte que tenho tido para realizar o meu trabalho aqui no Rio de Janeiro”, completou Marcos.

Ao ser informado que seu trabalho vinha sendo elogiado, Marcos demonstrou surpresa, já que tem trabalhado tanto, a ponto de não conseguir ver direito as redes sociais: “Confesso que não sabia desta repercussão positiva. Fico muito feliz e ainda mais motivado. A emoção das pessoas é a minha também. Sobre as críticas, acho normal que elas surjam. Eu mesmo sou um autocrítico implacável”.

Por fim, comentou a realização do evento, sobre um possível legado, e disse que mesmo com os problemas, o amadurecimento de organização aos passar dos dias foi notório: “Aprendemos muito com a Copa do Mundo realizada aqui e com a Olimpíada não está sendo diferente. À nossa maneira, já podemos dizer que demos conta de realizar esses dois eventos maravilhosos. São duas invenções extraordinárias da humanidade. Cometemos erros e acertos. Outros países também não foram perfeitos em outras edições Olímpicas. Vamos fazer melhor, quando tivermos outras oportunidades. É fazendo que se amadurece”.

Veja o vídeo com Marcos narrando a primeira medalha de ouro do Brasil:

Natelinha

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