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13 jul 2018

Na base do ‘quanto mais difícil, melhor’, Croácia forja espírito da final


A Croácia parece, a cada jogo na Copa do Mundo da Rússia, que quer provar ao mundo alguma coisa diferente. Isso ficou evidente nos três jogos eliminatórios que disputou até aqui. Dinamarca, Rússia e Inglaterra expuseram os croatas a prorrogações e disputa de pênaltis (nas oitavas e quartas de final). Mas o grupo que fez história no futebol do país quer mais. E não se importa com qualquer consequência que isso traga no jogo de domingo, no Lujniki,

– Somos o único time da Copa que vai jogar oito jogos. Isso é muito difícil. Mas me parece que quanto mais difícil as circunstâncias, melhor nos jogamos futebol. Temos que dar tudo, estar prontos, estar preparados. É uma chance de uma vida. Tem sido difícil para nós, mas vamos achar a força e a motivação – resumiu o técnico Zlatko Dalic.

Apesar da preocupação natural com a parte física, a ponto de Dalic começar a ter uma ideia de quem poderá entrar em campo no domingo a partir dos treinos desta sexta-feira, os croatas parecem dispostos a tudo. Muito mais que um título histórico, querem provar diante dos favoritos franceses que o milagre croata não é passageiro.

– Nós somos o menor país desde o Uruguai a chegar na final. E quando olhamos a condição, a infraestrutura que temos em casa, é um milagre. Em três meses vamos jogar contra a Inglaterra pela Liga das Nacões da Europa e não temos um estádio apropriado para jogar. Somos um milagre. Talvez um dos grandes feitos esportivos da Croácia – afirmou o comandante.

Brasil colaborou para a ‘criação da casca croata’
O conto de fadas da Croácia, contudo, teve um início difícil e duvidoso. Dalic assumiu o time no fim das Eliminatórias e teve um confronto decisivo diante da Grécia. Veio a classificação, mas não a confiança. Algo que, na visão do técnico, começou a aparecer com a “ajuda” dos amistosos (entre eles o encontro com o Brasil) no período pré-Copa.

– Uma das razões pelas quais estamos na final é pelos amistosos que disputamos antes contra Peru, México, Senegal e Brasil. Tivemos que ajustar alguns erros nossos. Depois do jogo contra o Peru houve um grande debate no público e na imprensa sobre como deveríamos jogar. E eu disse: “Isso não está bom, temos que jogar melhor”. Depois disso, contra o México, fomos melhor. E isso foi importante para estarmos na final – analisou.

O resultado histórico, independente do que aconteça diante da França, deve trazer drásticas mudanças, no bom sentido da palavra, para o futebol croata. Esse é o desejo de Dalic.

– Para enfrentar países como Inglaterra e Espanha nós precisamos de um estádio de 40, 45 mil pessoas. Mas não temos, o que é um problema que queremos destacar aqui. Para vocês saberem quais são as condições em que nós trabalhamos e saberem o que nós alcançamos.

Querendo ou não, em quais condições forem, a Croácia não tem nada de zebra. Está cascuda e forjada para encarar uma final. Que a França esteja preparada.

 

Fonte: Lance!

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