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13 maio 2019

MP rebate Flávio Bolsonaro e diz que ele jamais se apresentou, apesar de convite


O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) divulgou nota na tarde desta segunda-feira (13) rebatendo declarações do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) a respeito das investigações que apuram suposto esquema ilícito envolvendo o ex-assessor Fabrício Queiroz no gabinete do filho do presidente na Assembleia Legislativa do Estado (Alerj).

Os procuradores asseguraram que a atuação da força-tarefa é “isenta e apartidária” e disseram repudiar as declarações de Flávio Bolsonaro , que considerou a investigação ilegal e disse que o trabalho “já está contaminado”.

No texto, o MP-RJ nega que tenha partido do órgão supostos vazamentos de informações da investigação para a imprensa, tal como insinuou o senador. O comunicado lembra que a “infundada” representação contra o procurador-geral de Justiça do Rio, Eduardo Gussem, por encontro com jornalista da Globonews foi arquivada pela Corregedoria Nacional do Ministério Público.

E também garante que houve cuidado com as informações do relatório de inteligência financeira elaborado pelo Coaf e que aponta movimentações atípicas envolvendo assessores de parlamentares da Alerj, dentre eles Fabrício Queiroz .

“Foi mantido em absoluto sigilo no âmbito do MP-RJ, sendo prova maior de sua neutralidade política a sua não malversação junto aos meios de comunicação como forma de interferir no processo eleitoral que teve curso no mês de outubro último. As investigações sigilosas somente ganharam notoriedade após a deflagração da Operação ‘Furna da Onça’, pelo Ministério Público Federal, em novembro de 2018, com a consequente juntada do relatório do Coaf aos autos da respectiva ação penal”, diz a nota.

Por fim, os procuradores reclamam de recursos apresentados por Flávio para barrar o avanço das investigações e destacam que o filho mais velho do presidente nunca se apresentou para prestar esclarecimentos, optando por recorrer à imprensa para se pronunciar.

“O senador tem direcionado seus esforços para invocar o foro privilegiado perante o Supremo Tribunal Federal ou mesmo tentar interromper as investigações, como o fez junto ao Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, fato amplamente noticiado nos meios de comunicação. O referido parlamentar não adota postura similar à de outros parlamentares, prestando esclarecimentos formais sobre os fatos que lhe tocam e, se for o caso, fulminando qualquer suspeita contra si. O senador é presença constante na imprensa, mas jamais esteve no MP-RJ, apesar de convidado”, finaliza o texto.

 

Fonte: iG

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