PUBLICIDADES
PUBLICIDADE
  • Facebook do Uirauna.net
  • Twitter do Uirauna.net
  • Canal do youtube do Uirauna.net
  • Instagram do Uirauna.net
  • Whatsapp do Uirauna.net
  • Feed do Uirauna.net
10 mar 2015

Mercadante: Panelaços ocorreram em cidades onde o PT perdeu


13d889d19182e3464d124f7344b734bd_aloizio_mercadanteO ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, disse nesta segunda-feira que o “panelaço” realizado ontem durante o pronunciamento da presidente Dilma Rousseff ocorreu em cidades e bairros onde o PT não venceu as eleições. O petista disse que a manifestação pacífica é legítima, mas pediu tolerância e defendeu que o resultado das urnas seja reconhecido.

“Vimos pela imprensa a manifestação de algumas cidades, em geral onde perdemos as eleições, em bairros em que nós perdemos as eleições, que tivemos uma derrota significativa”, disse Mercadante, no início de uma entrevista coletiva no Palácio do Planalto.

Para o petista, é direito do cidadão discordar do governo, mas a radicalização depois de uma eleição polarizada preocupa. “Tivemos uma eleição bastante polarizada, que teve momentos de radicalização. Nós precisamos construir uma cultura de tolerância, de diálogo, de respeito. É isso que ajuda a construir uma agenda de convergência, podendo superar as dificuldades conjunturais e poder não só assegurar a estabilidade econômica e das instituições, mas a recuperação do crescimento econômico”, disse o ministro, que não comentou a série de protestos marcados contra a presidente no próximo dia 15.

Mercadante disse que Dilma tentou fazer isso em seu pronunciamento – dialogar para superar as dificuldades econômicas – e partiu para a defesa do ajuste fiscal promovido pelo governo. “Ajuste fiscal é agradável? Não. É mais ou menos como um dentista, de vez em quando tem que ir num dentista. Tem que fazer o ajuste fiscal. Quanto mais rápido, melhor. Vamos debater a proposta. A democracia não pode ter a intolerância como proposta”, disse o ministro.

Fonte: Terra

Comentários

  • Antonio Adalmir Fernandes

    O petista reconhece
    que o panelaço ocorreu onde a presidente

    da República perdeu e continua perdendo, justamente porque ela não consegue

    atuar em consonância com as desejáveis competência e eficiência para a retomada
    do desenvolvimento do país. Trata-se de governo novo com as mesmas políticas que
    conduziram a nação a esse estado lamentável de descrédito de falta de perspectivas
    a curto prazo, à vista da crescente inflação e da visível desaceleração da
    economia, com sinalização para difícil processo recessiva, bastante prejudicial
    aos fatores produtivos, ensejando a progressiva

    desindustrialização e a retirada do capital estrangeiro, exatamente pela falta

    de confiança no governo pelos investidores internacionais, que percebem

    melhorias econômicas em outras plagas. Veja-se que a presidente insiste em

    manter a sua gestão sem a menor disposição para a reformulação das arcaicas e ultrapassadas
    estruturas do Estado, que não tem condições de funcionar com

    sistemas viciados e contaminados pela obsolescência das práticas políticas

    destrutivas dos processos capazes de contribuir para o crescimento econômico do
    país. Não pode haver progresso no país, com a teimosia da manutenção de uma das
    maiores cargas tributárias do planeta, que é capaz de sufocar mortalmente a capacidade
    de competitividade da produção nacional, que há muito tempo perdeu fôlego na
    busca da sobrevivência diante dos produtos importados, notadamente vindos da
    Ásia. Nenhum país do mundo consegue crescer se não acompanhar a evolução e a
    modernidade da humanidade, que exigem constantes reformulações dos sistemas
    políticos, previdenciários, administrativos, trabalhistas, tributários, fiscal
    etc., como forma de eliminar os gargalos e entraves ao desenvolvimento da
    nação. Na realidade, o governo insiste em não entender que a insatisfação do
    povo é justamente porque ele, ao invés de pedir sacrifício da sociedade, como
    instrumento capaz de superação da crise crônica instalada no país, deveria,
    como meta prioritária, dar o exemplo de austeridade e de economicidade na
    gestão pública, com a eliminação de, pelo menos 3/4 dos ministérios inúteis,
    dispensáveis e muitíssimos dispendiosos ineficientes, que servem somente para a
    perpetuação do escrachado e indecente fisiologismo instituído na administração
    do país, como forma de garantir a inescrupulosa coalizão de
    “governabilidade”, por meio do loteamento de ministérios e empresas
    estatais entre os aliados da base de sustentação do governo, cujos titulares
    nada entendem sobre as políticas de incumbência de suas pastas, tornando a
    prestação dos serviços públicos de péssima qualidade, a exemplo das
    precariedades e deficiências reinantes na gestão pública, à vista das
    manifestações de protestos da população clamando por governança competente e
    eficiente, a par da premência da premência das supracitadas reformas do Estado,
    além da implantação de sistemas eficientes e eficazes na administração pública,
    de modo a evitar as endêmicas e sistêmicas corrupções, a exemplo do maior
    escândalo envolvimento a Petrobras, de modo a se evitar que a presidente deixasse
    de se ruborizar de tanto afirmar que no seu governo há rigoroso combate à
    corrupção, com apuração dos fatos irregulares e punição aos corruptos, embora
    os casos conhecidos de investigação estejam somente na incumbência da Polícia
    Federal, do Ministério Público e da Justiça Federal, sem qualquer notícia de
    que a administração tenha determinado nenhuma apuração, até o presente momento.
    À toda evidência, o governo somente conta com o apoio do povo que desconhece a
    forma desastroso como o país vem sendo administrado, como se fosse apenas um
    condomínio entre aqueles que o apoio, deixando que os verdadeiros interesses da
    nação, ou seja, do resto da população que não o apoia prejudicado, em razão da
    incompetência e da ineficiência na condução das políticas públicas, em especial
    a econômica, que dá mostra das fracassadas medidas adotadas na gestão anterior,
    inclusive as desonerações que são cortadas agora, por não terem surtido os fins
    colimados. No caso do Brasil, o que falta mesmo é sensibilidade para se
    perceber que o erro não tem origem exatamente na parte de quem critica a crise
    instalada na condução das políticas públicas, porque estas estão à deriva há
    bastante tempo, mas a timoneira somente enxerga defeito por parte na
    prejudicada, que, infelizmente, é o povo que deveria ser ouvido e compreendido
    nas suas insatisfações sobre a forma malévola como o Brasil está sendo
    governado, cuja titular precisa entender, com a máxima urgência, que o povo não
    pode continuar se sacrificando apenas em nome da perpetuidade do poder, cuja
    titular não demonstra o menor interesse em modificar seu pensamento de absoluto
    domínio, em cristalino menosprezo aos primaciais interesses da sociedade e do
    país. Acorda, Brasil!