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2 maio 2016

Manifestantes fazem ato contra Impeachment na capital João Pessoa


Manifestantes estão realizando um ato público em alusão ao Dia do Trabalhador e em defesa da presidente Dilma Rousseff na tarde deste domingo (1º) em João Pessoa. O evento está sendo organizado pela Frente Brasil Popular Paraíba. “A intenção é defender as políticas públicas conquistadas nos últimos 12 anos e pedir que o povo não deixe o país retroceder”, disse o presidente da CUT da Paraíba e um dos organizadores da manifestação, Paulo Marcelo.

A concentração começou por volta das 14h na Praça das Muriçocas, no bairro do Miramar. Pouco depois das 15h30, os manifestantes começaram uma marcha pela avenida Epitácio Pessoa em direção ao Busto de Tamandaré, na praia de Cabo Branco. O ato público no local está marcado para as 17h, com falas de artistas paraibanos como Totonho e Pedro Osmar.

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Durante a caminhada são realizadas interdições pontuais e a liberação dos trechos acontece a medida que os manifestantes avançam. Além da Paraíba, atos contra o Impeachment estão acontecendo em mais 14 estados e no Distrito Federal. Em São Paulo, a presidente Dilma Rousseff participou do ato no Vale Anhagabaú. A presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ministro do Trabalho, Miguel Rossetto, está prevista durante o evento. “Da forma como eles querem chegar ao poder, sem voto, numa eleição indireta, sobre o disfarce de impeachment, não passarão”, discursou Dilma no ato.

Outro ato de apoio

Uma manifestação em favor do deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) também foi realizada neste domingo em João Pessoa. Cerca de 20 pessoas foram até o Busto de Tamandaré para homenagear o político. Bolsonaro já anunciou que se candidatará a presidente nas eleições de 2018. No último dia 17, o deputado federal anunciou o seu voto a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff exaltando a memória do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, primeiro militar brasileiro a responder por um processo de tortura durante a ditadura militar no Brasil. A Procuradoria-Geral da República já recebeu mais de 20 mil representações contra Bolsonaro após a homenagem ao coronel. As ações apontam apologia à tortura por parte do parlamentar.

“Estamos aqui porque algumas pessoas, após as declarações dele (na votação do processo de Impeachment), disseram que ele faz apologia à ditadura. E isso não é verdade. Ele fez homenagem a um homem que é um herói nacional de resistência dos militares. Ele nem sequer foi condenado pela Justiça. Ele fez o trabalho dele, de defender o Brasil de um golpe comunista”, disse o empresário Julian lemos, um dos participantes.

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