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18 dez 2014

Insegurança alimentar afeta quase 1,6 milhões de pessoas na PB


09052012legumes-FotoMarcosSantos_usp-imagens-023-505x337A Paraíba tem quase 1,6 milhões de paraibanos em situação de insegurança alimentar, de acordo com dados da Pesquisa Nacional de Amostras de Domicílios (Pnad) 2013 sobre o tema divulgadas nesta quinta-feira (18). Entre eles, para 521 mil pessoas esta situação foi considerada pela pesquisa como moderada ou grave. Os dados dão conta de que em 36,5% dos domicílios do estado há pelo menos alguma preocupação dos moradores com a quantidade e qualidade dos alimentos disponíveis. Em todo o Brasil são 14.7348 casas com este problema.

Essas pessoas vivem em 443 mil domicílios com insegurança alimentar, sendo que em 41 mil deles esta insegurança é considerada grave. O quadro de fome atinge de forma equilibrada homens e mulheres, sendo que eles são mais afetados em casos de insegurança moderada ou grave: eram 269 mil homens nesta situação contra 252 mil mulheres. A diferença, no entanto, é bem maior quando considerada a cor da pele da população, já que 360 mil pretos ou pardos se enquadravam na situação de insegurança moderada ou grave, enquanto o número de brancos nesta situação era de 153 mil pessoas.

Os adultos são mais afetados: a faixa etária mais afetada está entre 18 e 49 anos que concentra 242 mil pessoas nos quadros mais graves de fome, o que representa quase 13% da população total nesta idade. A baixa escolaridade também está relacionada com a fome: 321 mil paraibanos que estavam em situação de insegurança alimentar moderada ou grave estudou no máximo sete anos, sendo que 168 mil não passou mais do que um ano na escola.

A pesquisa também revelou que 76,9% das crianças e adolescentes em situação de insegurança moderada ou grave frequentava a escola ou a creche na Paraíba. Além disso, um total de 481 mil paraibanos nesta situação de fome ganhava no máximo um salário mínimo.

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