PUBLICIDADES
PUBLICIDADE
  • Facebook do Uirauna.net
  • Twitter do Uirauna.net
  • Canal do youtube do Uirauna.net
  • Instagram do Uirauna.net
  • Whatsapp do Uirauna.net
  • Feed do Uirauna.net
14 jun 2018

Implacável, apoiada e um rival frágil: Rússia abre a Copa com goleada


Não poderia existir melhor começo de Copa do Mundo para a Rússia. Há mais de oito meses sem vencer e sede desta edição do Mundial, os russos tiveram na Arábia Saudita um rival perfeito para espantar a crise. A vitória por 5 a 0 (gols de Grazinsky, Cheryshev, duas vezes, Dzyuba e Golovin), no Estádio Lujniki, em jogo da primeira rodada do Grupo A, foi a cereja do bolo para os donos da casa, que fizeram uma bonita festa na abertura do torneio. O placar entra para a história como a maior goleada em uma abertura de Copa. A contagem mais elástica antes era Brasil 4 x 0 México, na Copa do Mundo de 1950.

O resultado traz tranquilidade e, principalmente, confiança para a Rússia conseguir a classificação para a próxima fase. Com três pontos, os russos lideram o Grupo A com três pontos e folgado saldo de gols (Arábia segue zerada). Algumas razões foram vitais para o triunfo. Entenda o porquê abaixo:

Golovin
O camisa 17 da equipe do técnico Stanislav Cherchesov foi vital para construir o placar favorável logo nos primeiros 45 minutos. Ele teve participação direta em quatro gols (fechou a goleada marcando um belo gol de falta), velocidade e boa colocação. Foi a principal arma ofensiva dos donos da casa e, de certa forma, um fator que desequilibrou para a Rússia.


Que estrela
Cheryshev e Dyzuba entraram no decorrer do jogo. E também tiveram participação importantíssima na goleada. O primeiro (eleito o melhor do jogo) marcou dois gols, um em cada tempo. Já o segundo, no primeiro toque na bola, transformou a vitória em goleada dos russos.

Torcida
Os russos não são daqueles de cantar a todo instante. Mesmo assim, vendo que seu time iria pressionar os árabes desde o início, gritavam Rússia a plenos pulmões. Isso trouxe confiança e fez com que o primeiro gol da Copa, marcado por Gazinsky, acontecesse logo aos 11 minutos de jogo. Foi uma aliada poderosa e deixou o Estádio Lujniki satisfeita e feliz.

Rival frágil
A Arábia entrou com uma proposta de só sair no contra-ataque, talvez apostando que, com o tempo, os russos ficariam nervosos e abririam espaços. No entanto, o gol sofrido logo no início quebrou o esquema. A equipe de Juan Antonio Pizzi até ensaiou um ou outro abafa, mas sem muito sucesso. A defesa foi pavorosa.

Defesa russa segura
Os jogadores de defesa russo não tiveram tanto trabalho. Mas não comprometeram. Na frente, o principal destaque deste setor foi o brasileiro naturalizado russo Mário Fernandes, que iniciou a jogada do terceiro gol. Veremos o quão regular os russos estão possivelmente na próxima rodada ou contra o Uruguai.

E o VAR?
O árbitro argentino Néstor Pitana não precisou utilizar a tecnologia no primeiro jogo da história da Copa com o VAR. A partida não teve, também, jogadas violentas ou lances duvidosos, o que acabou sendo fundamental neste sentido.

Próxima rodada
Na terça-feira, a Rússia encara o Egito em São Petersburgo, enquanto a Arábia Saudita, pressionada, terá, diante do Uruguai, em Rostov, na quarta-feira, um jogo decisivo se ainda quiser pensar em classificação para as oitavas de final.

RÚSSIA 5 X 0 ARÁBIA SAUDITA
Local: Estádio Lujniki, Moscou (RUS)
Data-Hora: 14/6/2018 – 12h (de Brasília)
Árbitro: Néstor Pitana (Fifa/ARG)
Auxiliares: Herman Maidana (Fifa/ARG) e Juan Pablo Belatti (Fifa/ARG)
Público: 78.011 presentes
Cartões amarelo:  Golovin (RUS); Al-Jassim (ARA)
Cartões vermelhos: –
Gols: Gazinsky, aos 11’/1º T (1-0), Cheryshev, aos 40’/1ºT (2-0), Dzyuba, aos 25’/2ºT (3-0), Cheryshev, aos 45’/2ºT (4-0) e Golovin, aos 49’/2ºT

RÚSSIA: Afinfeev; Mário Fernandes, Kutepov, Ignashevich e Zhirkov; Gazinsky, Zobnin , Samedov (Kuziaev, aos 20’/2ºT), Dragoev (Cheryshev, aos 23’/1ºT) e Golovin; Smolov (Dzyuba, aos 23’/2ºT) . Técnico: Stanislav Cherchesov.

ARÁBIA SAUDITA: Al-Muaiouf; Al-Burayk (Al-Muwallad, aos 18’/2ºT), Osama Hawsawi, Omar Hawasawi e Al-Shahrani; Al-Faraj, Ateef, Al-Jassim, Al-Dawsari e Al-Shehri (Bahbri, aos 28’/2ºT) – ; Al-Sahlawi (Asiri, aos 39’/2ºT)  Técnico: Juan Antonio Pizzi.

 

Fonte: Lance!

Comentários

Nome

E-mail

Comentário