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3 fev 2015

‘Governantes não são semideuses’, diz Ricardo Coutinho na ALPB


Ricardo-Coutinho-1“Governantes e representantes institucionais não são semideuses onipotentes e infalíveis. Da presidente ao vereador, do senador ao deputado, do governador ao prefeito, todos somos servidores públicos”, disse o governador reeleito Ricardo Coutinho (PSB). O discurso do gestor aconteceu nesta segunda-feira (2) na sessão de abertura da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), em João Pessoa. O governante elencou as ações do governo e fez um balanço das metas da nova gestão, enfatizando que pretende “conter despesas e maximizar receitas”.

“É à população que devemos os cargos e mandatos conquistados… É a ela quem devemos ouvir e direcionar nossos esforços. Embora pareça óbvio, essa circunstância normalmente é esquecida após os embates eleitorais, escanteada para algum lugar a esmo da amnésia coletiva”, destacou.

Segundo o governador, nos últimos quatro anos o repasse do Fundo de Participação dos Estados (FPE) para a Paraíba foi de R$ 522 milhões a menos do que o previsto, mas o estado recebeu investimentos de R$ 5 bilhões em cerca de 700 obras, ações e serviços. Em 2014, foram R$ 1.084 bilhão investidos.

“Será necessário conter despesas e maximizar receitas. Essa será a pisada até vislumbrarmos um cenário menos nebuloso, uma luz mais intensa no fim do túnel. Fizemos tudo isso numa direção oposta ao que se desenrolava no Brasil. Crescemos em meio à estagnação. Nosso PIB cresceu mais que a média nacional. Nosso ICMS idem.

Alcançamos índices de geração de emprego, crescimento do comércio varejista e de serviços maiores de que estados economicamente mais fortes que a Paraíba. E alcançamos tudo isso sustentando um difícil, mas sólido equilíbrio fiscal”, disse Ricardo.

O governador concluiu afirmando que números e projetos serão apresentados ao longo dos próximos quatro anos. “Cada desejo, cada vontade, cada demanda setorizada, no entanto, devem estar em sintonia com as possibilidades objetivas do Estado. Não há recursos para tudo, principalmente em um ano que se prenuncia economicamente sombrio. O cobertor é curto e teremos que nos ajustar”, concluiu.

G1 – PB

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