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16 ago 2015

Goiás dá baile no Morumbi e freia o bom momento do São Paulo


FOTOS-Paulo-Goias-Foto-Ferreira_LANIMA20150815_0170_38Cinco meses e uma semana depois, o São Paulo foi derrotado como mandante. Em noite desastrosa da equipe comandada pelo técnico Juan Carlos Osorio, o Tricolor nem sequer ameaçou o Goiás, eficiente e letal para fazer 3 a 0 e voltar a vencer no Campeonato Brasileiro após cinco jogos. Assim, o time paulista vê a vaga no G4 ficar ameaçada ao fim do primeiro turno com seus 31 pontos. Já os goianos, apoiados por cantos de “olé” no fim do jogo, agora somam 19 pontos, mas seguem na zona de rebaixamento.

Tudo no Morumbi parecia diferente desde a chegada da delegação, com a ausência confirmada de Rogério Ceni devido a inflamação e edema no músculo adutor da coxa direita. A baixa fez com que Renan Ribeiro assumisse a meta tricolor e fosse uma das oito novidades de Osorio para o embate com o Esmeraldino. Depois de mexer seis vezes e ver o time melhorar contra o Figueirense, a esperança era que mais uma vez os atletas correspondessem.

O problema é que o Goiás parecia mais pronto para se recuperar do que os são-paulinos para manterem a boa fase. Foi dessa maneira que os contra-ataques atormentaram o trio de zaga formado por Lucão, Breno e Edson Silva. Foi assim que Breno tentou disparar para salvar um contragolpe, lesionou a coxa esquerda e foi sacado aos sete minutos para Rafael Toloi entrar.

Os visitantes cresceram, os mandantes se perderam e o abrigo do Morumbi se transformou em armadilha para o São Paulo. Erros de passe, lances de desatenção e raríssima movimentação foram facilmente envolvidos pela velocidade do Goiás. A fórmula era básica: lançamento longo de trás do meio de campo e rapidez entre os perdidos zagueiros tricolores.

Uma atuação desastrosa combatida com os gols de Bruno, contra, e Erik, aos 26 e aos 44 minutos do primeiro tempo, respectivamente. Antes do intervalo, ainda houve espaço para que a torcida trocasse o tímido incentivo por gritos de “raça” e pedidos pela volta do zagueiro uruguaio Diego Lugano. Na etapa final, as vaias só não atingiam Centurión e Pato, enquanto o resto do time era castigado a cada lance.

Quando Erik, aos 31 minutos, aproveitou novo contragolpe letal para fazer o 3 a 0, as arquibancadas entraram em pilha. Ganso, acionado no intervalo, foi muito xingado, bem como o vice-presidente de futebol Ataíde Gil Guerreiro. Ovação somente para Rogério Ceni e seu substituto, Renan Ribeiro.

E a paz causada pelas recentes boas atuações foi atirada para longe, junto com a invencibilidade de cinco meses e uma semana, de 17 jogos, dentro do Morumbi. Por mais vexatória que a derrota para o Goiás possa ter sido, a reação explosiva e direcionada a alguns atletas, como Rafael Toloi, parece ter assustado o time em campo. Com gritos de “amarelão” e “sem vergonha”, o elenco tem quatro dias para juntar os cacos antes das oitavas de final da Copa do Brasil contra o Ceará, novamente no Morumbi.

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 0 X 3 GOIÁS

Data/Horário: 15 de agosto de 2015, às 21h
Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Árbitro: Marielson Alves da Silva (BA)
Assistentes: Alessandro A Rocha de Matos (BA) e Pablo Almeida da Costa (MG)

Cartões amarelos: Ganso (SPO)
Público e renda: 25.452 pessoas / R$ 635.059,00
Gols: Bruno (contra) 26’1ºT (0-1), Erik 44’1ºT (0-2) e Erik, 31’/2ºT (0-3)

São Paulo: Renan Ribeiro; Bruno, Lucão, Edson Silva (Ganso, intervalo) e Carlinhos; Breno (Rafael Toloi, 7’/1ºT), Hudson (Thiago Mendes, 14’/2ºT), Wesley e Michel Bastos; Centurión e Alexandre Pato.
Técnico: Juan Carlos Osorio

GOIÁS: Renan; Gimenez, Felipe Macedo, Fred, Diogo Barbosa; Rodrigo, Patrick, David, Murilo Henrique (Bruno Henrique,8’/2ºT)) e Felipe Menezes; Erik (Liniker, 44’/2ºT).
Técnico: Julinho Camargo

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