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8 jul 2018

Gilmar Mendes critica ‘canonização’ da operação Lava Jato


Para Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal, a operação Lava Jato é tratada de forma desequilibrada pela sociedade e pela imprensa brasileira. O juiz do STF criticou, em um evento jurídico em Londres, o que chama de “canonização” da investigação. A informação é do jornal O Estado de São Paulo .

“Em um momento houve a canonização da Lava Jato. Então, qualquer decisão contra a ação do (juiz Sérgio) Moro era considerada antirrepublicana, antipatriótica ou ‘antiqualquercoisa’, o que é uma bobagem”, avaliou. Em seguida, Gilmar Mendes critica também a crença de que a operação é infalível.

“A Lava Jato começou a pensar que era uma entidade, quis legislar, mudar habeas corpus e outras coisas. Depois se viu que eles eram suscetíveis a problemas sérios e que a corrupção estava ali perto, como o caso (do ex-procurador Marcello) Miller”, lembrou Mendes.

Gilmar Mendes critica Lava Jato; ministros criticam Gilmar Mendes

Já há algum tempo o Supremo Tribunal Federal (STF) está no epicentro da crise política que, desde 2016, tomou o país. Nos últimos dias, ministros da casa vieram a público para responder – ou reforçar – as críticas e as pressões direcionadas a mais alta instância da Justiça brasileira.

Os comentários mais recentes vieram do ministro Luís Roberto Barroso. Carioca, alinhado a pautas progressistas como a descriminalização do aborto e das drogas, e considerado um apoiador dos procedimentos da operação Lava Jato no STF, Barroso foi duro ao apontar o que, para ele, é o principal  problema do STF .

“É juiz que faz favor e acha que o poder existe não para fazer o bem e a justiça, mas para proteger amigos e perseguir inimigos”, disse ao jornal  Folha de S.Paulo .

O comentário pode ser interpretado como uma indireta ao ministro Gilmar Mendes . Além de Barroso e Mendes já terem protagonizado momentos tensos no plenário do STF, com ataques grosseiros de ambos os lado, nas últimas semanas o ministro Gilmar Mendes critica procuradores e mandou soltar diversos empresários e políticos envolvidos na Lava Jata.

 

Fonte:  iG

Comentários

  • Antonio Adalmir Fernandes disse:

    É extremamente lamentável q

  • Antonio Adalmir Fernandes disse:

    É extremamente lamentável que magistrado do nível de ministro do Supremo Tribunal Federal possa acomodar mentalidade tão diferenciada da opinião pública, principalmente dos brasileiros que defendem a moralização do país e estão absolutamente em harmonia com as medidas adotadas pela Operação Lava-Jato, que tem por base o combate implacável à corrupção e à impunidade, tudo em consonância com o sentimento de repúdio aos criminosos de colarinho branco, que tem sido alvo da proteção de quem critica o trabalho exemplar e tem sido modelo de justiça praticada estritamente sob às luzes do ordenamento jurídico, cujas decisões estão sendo quase cem por cento confirmadas pelas instâncias superiores, enquanto o trabalho desse magistrado vem sendo criticada com dureza pela sociedade, inclusive por seus pares, por entenderem que não é normal que ladrões dos cofres públicos mereçam a liberdade, que tem sido concedida de forma costumeira e sempre acompanhada de crítica aos juízes que decretaram as prisões desses bandidos de colarinho branco, inexplicavelmente protegidos pelo ministro. Causa espécie que esse ministro não perceba que ele está na contramão do sentimento primário dos brasileiros que clamam por combate ferrenho à criminalidade, como forma de se buscar a moralização que tem sido frustrada pelo trabalho claramente divergente do que vem sendo implementado pela Operação Lava-Jato, absolutamente transparente e indiscutivelmente em sintonia com o interesse público, enquanto as decisões do ministro falam por si sós, mostrando a sua verdadeira personalidade de extrema atenção aos pedidos de habeas corpus formulados por bandidos dilapidadores dos cofres públicos, devidamente qualificados pela Justiça, que ele simplesmente ignora esse fato de extrema gravidade diante dos princípios da dignidade, moralidade e honorabilidade, que são diametralmente contrários ao trabalho desempenhado pela conceituada Operação Lava-Jato, por ele inconcebível e injustificadamente criticada, dando a entender que ele é um único certo, em trabalhar em defesa da criminalidade. A verdade é que entre o trabalho da Operação Lava-Jato e o dele, o que realmente merece ser canonizado, se isso fosse possível, seria, sem dúvida alguma, aquele realizado por quem tem demonstrado total harmonia com os brasileiros, que anseiam pela verdadeira moralização, justamente em ação favorável à prisão dos criminosos, enquanto o trabalho do ministro tem sido inversamente, quando vem sistematicamente libertando da cadeia criminosos de colarinho branco, conforme mostram os fatos, em contestação às declarações absolutamente fantasiosas de que tenta justificar seus atos contrários aos princípios moralizadores.

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