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10 out 2017

‘Favoritaça’, França vence e garante vaga direta


Com a vitória por 2 a 1 sobre Belarus, a França carimbou seu passaporte para mais uma Copa do Mundo. Será o 15º Mundial, dos Bleus, sendo o 6º seguido – a equipe não fica de fora de uma edição do torneio da Fifa desde que foi campeã em 1998, jogando em casa. Classificar-se para a Copa foi missão árdua, já que os franceses foram perseguidos o tempo todo pela Suécia (que chegou até a liderar a tabela), além de ter a tradicional Holanda também na chave. Por isso, a vaga na Rússia só foi garantida mesmo na última rodada, com muita festa no Stade de France lotado. Para o ano que vem, os Bleus querem aproveitar uma das melhores gerações de sua história, com jogadores como Varane, Pogba, Matuidi, Griezmann, Mbappé e muitos outros para voltarem a conquistar o título. Pelo valor de mercado de sua seleção (580 milhões de euros, pouco mais de R$ 2 bilhões), a França é uma das grandes favoritas. Mas, como se sabe, nem sempre o dinheiro é tudo no futebol…

DIDIER DESCHAMPS
Volante talentoso, foi um dos maiores jogadores da história do futebol francês, conquistando a Copa do Mundo de 1998 e a Eurocopa de 2000 com a seleção. Por clubes, venceu duas Ligue 1 e uma Uefa Champions League com o Olympique de Marselha no início dos anos 90, transformando a equipe celeste no único time francês até hoje a faturar o troféu continental. Na Juventus, foi alçado à condição de lenda. Entre muitos outros títulos, ganhou três Italianos, um Mundial de Clubes e chegou três vezes seguidas à final da Champions, sendo o responsável por erguer a taça em 1995/96. Teve ainda boas passagens por Chelsea (campeão da FA Cup) e Valencia, no qual pendurou as chuteiras, em 2001. No mesmo ano, assumiu o Monaco, em seu primeiro trabalho como treinador, e de cara já mostrou que havia chegado para ficar. Conquistou a Copa da Liga de 2002/03 e, na temporada seguinte, alcançou a final da Liga dos Campeões, sendo derrotado pelo forte Porto de José Mourinho. Depois, assumiu a Juventus, faturando a Serie B de 2006/07 e recolocando a gigante de volta na elite italiana após o rebaixamento sofrido pelo escândalo Calciopoli. Passou ainda pelo Olympique, ganhando um Francês, três Copas da Liga e duas Supercopas antes de assumir a seleção francesa, em 2012, após a saída de Laurent Blanc. Neste ciclo de cinco anos, classificou os Bleus para a Copa do Mundo de 2014 aos trancos e barrancos, caindo nas oitavas de final. Depois, alcançou a decisão da Eurocopa de 2016, mas acabou sendo vice para Portugal em pleno Stade de France. Conhecido pelo jeito turrão, por ser extremamente sério e pela péssima relação com a imprensa esportiva francesa, Deschamps tem em suas mãos uma das melhores gerações atuais do futebol, mas ainda restam dúvidas se é mesmo o melhor nome para comandar tantos craques…

ANTOINE GRIEZMANN

Um dos atacantes mais letais do futebol mundial atualmente, o “Diabo Loiro” consegue muitas vezes ser o centro das atenções em uma liga que tem “só” Lionel Messi e Cristiano Ronaldo. Revelado pela Real Sociedad, Griezmann chegou em 2014 ao Atlético de Madri e hoje é talvez o maior ídolo da torcida, tendo marcado 86 gols em 167 partidas com a camisa colchonera, além de ter conquistado uma Supercopa da Espanha e de ter levado a equipe à final da Liga dos Campeões em 2015/16 – nesta temporada, aliás, ele jogou tão bem que ficou em 3º lugar na “Bola de Ouro” da Fifa, atrás do campeão Cristiano Ronaldo e de Messi. Hoje, ele é disputado arduamente nos bastidores por Manchester United e Chelsea, que querem em breve contar com seu futebol. Pela seleção francesa, o camisa 7 tem 17 gols em 46 partidas, tendo feito parte do grupo que chegou à final da última Eurocopa – antes, ele foi campeão da Euro sub-21 em 2010 pela equipe de base dos Bleus. Fora de campo, o “Diabo Loiro” é conhecido por adorar tomar chimarrão, por ser fã da NBA e por adorar ouvir rap e hip hop – não à toa, ele comemora seus gols imitando o gesto do rapper canadense Drake na música “Hotline bling”, lançada em 2015. Por pouco, aliás, Griezmann não jogou pela seleção portuguesa, já que a família de sua mãe é portuguesa e ainda reside em terras ibéricas. No entanto, ele preferiu mesmo defender a França, tornando essa opção definitiva em 2014.

 

 

1930 Eliminada na fase de grupos (7º lugar)
1934 Eliminada na 1ª fase (9º lugar)
1938 Eliminada nas 4ªs de final (6º lugar)
1950 Desistiu das eliminatórias
1954 Eliminada na fase de grupos (11º lugar)
1958 3º lugar
1962 Não se classificou
1966 Eliminada na fase de grupos (13º lugar)
1970 Não se classificou
1974 Não se classificou
1978 Eliminada na fase de grupos (12º lugar)
1982 4º lugar
1986 3º lugar
1990 Não se classificou
1994 Não se classificou
1998 Campeã
2002 Eliminada na fase de grupos (28º lugar)
2006 2º lugar
2010 Eliminada na fase de grupos (29º lugar)
2014 Eliminada nas 4ªs de final (7º lugar)

 

Fonte: ESPN

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