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1 maio 2016

Equipe da Paraíba vence concurso de aplicativos de combate à corrupção


A equipe “As Diferentonas”, da Paraíba, venceu a disputa do concurso de aplicativos “Hackathon – Participação no Combate à Corrupção”, promovido pelo Ministério da Justiça (MJ) e finalizado sexta-feira (29). O aplicativo desenvolvido pela equipe vencedora disponibiliza informações aos cidadãos sobre valores repassados para um determinado município, quais obras estão sendo executadas, entre outras.

A equipe da Paraíba recebeu o prêmio de R$ 30 mil e vai ter um prazo de 40 dias para implementar funcionalidades e entregar a versão final do aplicativo. O concurso teve a participação de programadores, desenvolvedores, projetistas, designers e pessoas com afinidade em tecnologia da informação. Segundo o MP, a ação teve como objetivo fortalecer o combate à corrupção.As Diferentonas acaba de ganhar o primeiro Hackathon organizado pelo LabPI do Ministério da Justiça.

322222222222222222De acordo com o secretário de Tecnologia da Informação do MP, Cristiano Heckert, quando a sociedade é envolvida na execução e fiscalização de políticas públicas para que se apropriem dos dados em formato aberto, disponíveis no Portal dados.gov.br, os aplicativos criados a partir destas bases, viram inciativas eficientes de controle e combate à corrupção.

De acordo com o secretário de Tecnologia da Informação do MP, Cristiano Heckert, quando a sociedade é envolvida na execução e fiscalização de políticas públicas para que se apropriem dos dados em formato aberto, disponíveis no Portal dados.gov.br, os aplicativos criados a partir destas bases, viram inciativas eficientes de controle e combate à corrupção.
Concurso

O concurso faz parte de uma das ações da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (ENCCLA). O modelo da disputa foi dividido em três etapas, permitindo tempo de desenvolvimento para a proposta vencedora e estabelecendo prêmio escalonado por entregas. Na primeira fase do concurso, foram inscritas 54 propostas. Dessas, três foram selecionadas e receberam um prêmio de R$ 10 mil, cada.

As soluções foram desenvolvidas em software livre para possibilitar a adoção por outros órgãos. Na segunda etapa, os três finalistas tiveram a oportunidade de aprimorar as propostas a partir de diálogos e sugestões de gestores públicos, bem como de representantes de órgãos de controle, por meio de oficinas e visitas técnicas ao MP, MJ e CGU. As equipes apresentaram as melhorias e os planos de implementação e a autora da melhor proposta recebeu o prêmio de R$ 30 mil.

Fonte G1

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