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9 jul 2019

Em Sousa, bomba de posto de combustível é interditada e proprietário é preso


O Ministério Público da Paraíba (MPPB) e o Procon do Estado estão realizando, nesta terça-feira (9), uma fiscalização em postos de combustíveis, supermercados e agências bancárias localizadas no município de Sousa, no Alto Sertão da Paraíba. Um posto de combustível já teve uma bomba interditada por apresentar problemas na vazão. O proprietário do estabelecimento foi preso em flagrante por prática de crime contra a ordem econômica.

A equipe que está atuando nos postos de combustíveis está verificando questões relativas à qualidade e à quantidade do combustível vendido ao consumidor, como o percentual de álcool diluído na gasolina (o permitido pela normatização é de 27%) e a vazão das bombas, por exemplo.

O posto que sofreu interdição de uma de suas bombas foi o Milenium, localizado no Centro da cidade. O proprietário foi preso em flagrante, conduzido à Delegacia de Sousa e vai aguardar audiência de custódia. Ele deverá responder pelo crime previsto no artigo 1° da Lei 8.176/1991, por comercializar combustível em desacordo com as normas estabelecidas na lei.

Advogado do Posto Terceiro Milênio justifica margem menor na Bomba, e explica fiscalização em Sousa; Áudio

Advogado, Dr. Dinárcio Fernandes, que representa o Posto de Combustíveis, Terceiro Milênio na Cidade de Sousa, explicou a motivação da fiscalização realizada pelos órgãos competentes naquele Empresa na manhã desta terça-feira (09).

O posto de combustível teve uma bomba interditada por apresentar problemas na vazão do produto ao consumidor final.

– No caso do Posto, foi identificado uma margem. Ela é justificada por causa da temperatura de manhã, ou a tarde. A gente está com documentos para prestar a justificativa, e resolver as questões, ressaltou o Advogado.

Dr. Dinárcio ao falar com o Portal REPORTERPB, adiantou que durante a fiscalização teve também em outra bomba uma margem maior. “Então é perfeitamente justificável, até por quer a bomba está lacrada de fábrica, não teve nenhuma alteração por parte da Empresa. O pessoal do IMETRO atestou. Isso é passivo de ser justificável”, sustentou.

Ouça entrevista prestada ao repórter Artham Almeida pelo advogado, Dr. Dinárcio Fernandes

Fonte: Blog do Levi / REPORTERPB

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