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8 maio 2015

Em clássico brigado, Sánchez põe o River em vantagem sobre o Boca


Uruguaio, de pênalti, garante o triunfo por 1 a 0 sobre o Boca Juniors diante de um Monumental com mais de 60 mil pessoas. Millonarios jogarão pelo empate na Bombonera

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Foi um típico clássico argentino nesta quinta-feira. E sendo um duelo entre River Plate e Boca Juniors pelas oitavas de final da Libertadores, a rivalidade, raça e catimba estavam presentes em doses cavalares no Monumental de Núñez. Nos primeiros 90 minutos, o uruguaio Sánchez, de pênalti, garantiu o triunfo dos Millonarios por 1 a 0. Foi o primeiro sobre o rival na temporada.

Com o resultado, a equipe do técnico Marcelo Gallardo jogará pelo empate na próxima quinta-feira, no Estádio La Bombonera, para ficar com a vaga para as quartas de final. O Boca Juniors precisa de um triunfo por dois ou mais gols de diferença para avançar no tempo real. Vitória por 1 a 0 dos Xeneizes a decisão será nos pênaltis.

O JOGO

Com formações semelhantes, River e Boca iniciaram o duelo de forma intensa e nervosa. Prova disso é que com 13 minutos dois jogadores (Cubas, pelo visitante, e Vangioni, dos donos da casa) levaram amarelo. Entradas duras, disputa no meio de campo e muita catimba foram outros ingredientes que ilustraram bem o espírito de luta entre as duas equipes.

Rodolfo Arruabarrena apostou em Pavón e Calleri na frente, deixando Osvaldo no banco. Lodeiro iniciou o duelo, mas teve dificuldades para se livrar a forte marcação adversário. Com isso, o goleiro Barovero não teve muito trabalho durante os primeiros 45 minutos. Além disso, o técnico do Boca foi obrigado a queimar uma substituíção com pouco mais de 30 minutos de jogo. O zagueiro Cata Díaz machucou o ombro esquerdo ao fazer um corte e deu lugar a Burdisso.

O River, apoiado por um Monumental tomado por mais de 60 mil torcedores, teve um volume ofensivo maior. Prova disso foram que as três melhores chances da etapa inicial foram dos donos da casa. Téo Gutiérrez, perdeu duas boas oportunidades. No fim do primeiro tempo, o zagueiro Funes Mori aproveitou rebote na cobrança de escanteio e quase acertou um bonito chute de fora da área.

Toda a passividade do Boca Juniors durante o primeiro tempo deve ter ficado no vestiário. Afinal, com 20 segundos Calleri teve a chance de ouro para marcar, mas parou em Barovero, que fez defesa espetacular. E deixou claro que os visitantes teriam outra postura na etapa final. E foi assim em boa parte do segundo tempo, com um bom volume ofensivo dos comandados de Rodolfo Arruabarrena com Lodeiro municiando a dupla de ataque.

O River Plate começou a cometer erros. Não assustava tanto como no primeiro tempo. A torcida, nos momentos de aperto, passou a cantar. Ninguém queria sair de campo com o 0 a 0. Mas o destino parecia levar a esse caminho até os 34 minutos. Foi quando a sorte sorriu para os Millonarios. Após Gago perder a bola, Martínez disputou bola com Marín e foi derrubado na área. Pênalti cobrado com categoria por Sánchez, que fez o Monumental explodir.

No entanto, nem tudo foi festa. Téo Gutiérrez foi expulso direto no fim por falta dura em Burdisso e será desfalque importante. Contudo, a vantagem está na mão do River Plate, time de pior campanha entre os 16 classificados, que está a 90 minutos de eliminar o rival, autor da melhor campanha da história da fase de grupos da competição. O capítulo e desfecho desta batalha argentina saberemos em uma semana. Até lá, Buenos Aires prende a respiração.

 LANCENET!

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