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26 ago 2017

Comércio da Paraíba faturou R$ 38,6 bi e ocupou 113,5 mil pessoas em 2015, diz IBGE


Segundo dados que avaliam os segmentos do comércio de veículos automotores, peças e motocicletas; comércio por atacado e comércio varejista, contidos na Pesquisa Anual do Comércio (PAC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as receitas brutas geradas pelo comércio paraibano atingiram a soma de R$ 38,696 bilhões no ano de 2015, o que representou uma alta nominal de 11,87% sobre o ano anterior (R$ 34,587 bilhões). O levantamento foi divulgado nesta quinta-feira (24).

Em taxa de crescimento, o comércio atacadista puxou o faturamento do setor naquele ano com alta nominal de 22,94% sobre o ano anterior, atingindo uma receita de R$ 16,404 bilhões em 2015 (43,7%), enquanto o comércio varejista apresentou um crescimento de 6,89%, com um faturamento de R$ 18,404 bilhões (47,6% do total). Já as empresas do segmento de veículos, peças e motocicletas tiveram uma pequena queda (-0,66%) com receitas brutas alcançando R$ 3,365 bilhões (8,7% do setor).

De acordo com informações do IBGE, o setor na Paraíba encerrou aquele ano com 113.540 pessoas ocupadas nas 21.614 empresas pesquisadas e pagando em salários e outras remunerações mais de R$ 1,704 bilhão.

Foto_Movimento_no_comrcio

Cenário Regional

A Paraíba se manteve como a quinta maior força da Região Nordeste em faturamento do setor (R$ 38,696 bilhões), representando 7,4% das receitas brutas da região, índice acima do PIB em participação na região (6,5%) – Bahia (R$ 150,2 bilhões); Pernambuco (R$ 101,298 bilhões); Ceará (R$ 82,048 bilhões) e Maranhão (R$ 47,960 bilhões). Outros quatro estados ficaram abaixo da Paraíba: Rio Grande do Norte (R$ 33,1 bilhões); Alagoas (R$ 26,499 bilhões); Piauí (R$ 26,328 bilhões) e Sergipe (R$ 18,230 bilhões). Em 2015, a Região Nordeste faturou R$ 524,4 bilhões no comércio nos três segmentos, empregava 1,789 milhão de pessoas e registrava 307,256 mil estabelecimentos.

Segundo a gerente da pesquisa, Danielle Chaves de Oliveira, o comportamento no Nordeste é diferente das outras regiões do país, que têm no atacado as receitas maiores do que no varejo. “No Nordeste isso se inverte. A receita bruta de revenda no varejo é de 49,7% e é maior do que no atacado”, explicou. A Paraíba segue a tendência da região com o varejo com maior participação (47,6%) do que no atacado (43,7%) na receita do setor.

Dos 3,1 trilhões em faturamento do comércio do país em 2015, os dados mostram que ainda são bastante concentrados no Sudeste (58,8%), seguido mais atrás pelos três estados do Sul (17,9%). O Nordeste participa com a terceira maior receita (12,4%), enquanto Centro-Oeste (8,7%) e Norte (2,6%) completam as receitas das regiões do país.

No Brasil, o comércio tem um universo de 1,6 milhão de empresas e 1,7 milhão de unidades locais, alcançando em 2015 a receita operacional líquida de R$ 3,1 trilhões, sendo que o atacado registrou a maior parte (45,4%), com R$ 1,4 trilhão. No comércio varejista, os hiper e supermercados atingiram a maior receita líquida de revenda (R$ 340,2 bilhões ou 24,7% do segmento). Também foram responsáveis pelos maiores salários, retiradas e outras remunerações (R$ 22,7 bilhões ou 17,3%).

Portal Correio

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