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31 dez 2016

Brasileiro termina em 4º na São Silvestre; queniana confirma favoritismo e vence com recorde


O Brasil esteve vivo na briga pela vitória da 92ª da Corrida Internacional de São Silvestre, apesar de não a ter conseguido em 2016. O primeiro lugar ficou com o etíope Leul Aleme, que com consistência e tempo de 44 minutos e 52 segundos, conseguiu bater outros africanos e o brasileiro Giovani dos Santos, realizou prova de ótimo desempenho e terminou em quarto.

Giovani correu de igual para igual com Aleme na maior parte do percurso, e esteve vivo na disputa pela liderança em pelo menos dois terços da prova. Só na etapa final, o ritmo do etíope acabou se sobressaindo sobre o de Giovani, o que causou a abertura de distância entre os dois competidores.

O Brasil melhorou seu desempenho na prova masculina em relação a 2015, quando o próprio Giovani havia sido o melhor colocado, na quinta posição. A última vitória nacional da São Silvestre segue sendo a de Marílson Gomes dos Santos, em 2010.

No pelotão principal, o brasileiro Adriano de Oliveira começou a corrida bem, liderando-a e alterando a ponta com outro atleta nacional, Reginaldo da Silva. Principal esperança do país na competição, Giovani dos Santos também largou no grupo de frente e disputava a posição mais altas com os atletas africanos, favoritos para a vitória.

Já na metade do percurso, Reginaldo acabou diminuindo o ritmo e ficando para trás, mas Giovani se manteve consistente e muito próximo dos concorrentes pela liderança da corrida. Nos últimos cinco quilômetros, a disputa era acirrada com Leul Aleme, da Etiópia, pela ponta.

Foi só nos últimos dois quilômetros que Giovani acabou perdendo o ritmo da passada com os rivais, na complicada subida da Avenida da Brigadeiro Luís Antônio. O brasileiro, que esteve muito perto da liderança, acabou ficando na quarta colocação.622_041eecdf-09ad-35fd-9b14-65237fcd02af

Os metros finais na Avenida Paulista reservaram emoção, já que três competidores africanos chegaram inteiros e brigando a vitória passada a passada. Nos metros finais, Leul Aleme conseguiu executar sprint final e escapar, abrir pequena margem e administrar a diferença até cruzar a linha de chegada, em frente a Fundação Cásper Líbero, na primeira colocação.

Queniana confirma favoritismo

A prova feminina da 92ª Corrida Internacional de São Silvestre não reservou surpresas em seu resultado final. Como previsto, a queniana Jemima Sumgong, tida como uma das favoritas para ser a vencedora da mais popular prova de corrida de rua do país, foi a vencedora da edição de 2016.

O que acabou surpreendendo foi a facilidade com que a atleta triunfou. Extremamente dominante, Sumgong esteve na ponta logo que a competição começou, mas só no início foi acompanhada de perto: conseguiu abrir uma grande margem a partir da metade do percurso e se distanciou das concorrentes. No final, já não se via a segunda colocada perto da queniana, que ainda contabilizou tempo recorde da São Silvestre: 48 minutos e 35 segundos.

A corrida – Assim que a largada foi dada para as mulheres, o primeiro pelotão destacou-se do restante já nos metros e quilômetros iniciais, indicando que sairia dali a vencedora da prova. Como esperado, as favoritas Jemima Sumgong, do Quênia, e Ymer Ayalew, da Etiópia, vencedora da corrida em 2014 e 2015, despontaram como as grandes postulantes a cruzar a linha de chegada na primeira colocação.

O panorama se manteve na passagem do percurso pela Avenida Dr. Arnaldo e nos arredores do Estádio do Pacaembu. Sumgong liderava, com Ayalew a seguindo de perto quando a prova já batia a marca dos 5 km percorridos.

A queniana, campeã nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, conseguiu não manter a sua vantagem, como aumentá-la a medida que a prova chegava em sua reta final. Contundente, Jemima chegou na marca dos 10 km com folga na ponta, e Ymer Ayalew, antes competindo de maneira acirrada, já não era vista por perto.622_00724a53-3a46-3481-a86c-eb30033abb34

Na temida subida da Avenida Brigadeiro Luis Antônio, Jemima ainda pôde se dar ao luxo de diminuir o ritmo, já que a distância para a segunda colocada era considerável. A atleta chegou a olhar para trás algumas vezes, certificando-se de que não teria a posição ameaçada.

O público já ovacionava a queniana nos metros finais perto da linha de chegada na Avenida Paulista, reconhecendo o admirável desempenho da competidora. Com 48 minutos e 35 segundos, além do lugar mais alto do pódio, Jemima ainda estabeleceu o novo recorde da São Silvestre em sua 92ª edição.

Fonte: ESPN 

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