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5 nov 2015

Brasil: Para a Anatel, telefonia móvel é ‘crítica’ em 1.029 municípios


223Três anos depois de adotar a drástica medida de proibir vendas de novos chips de celular de três das quatro operadoras do país, a Anatel contabiliza o efeito das melhorias feitas pelas teles. Mas, ainda assim, um de cada cinco municípios do Brasil continua com serviços considerados ‘críticos’. Os números foram apresentados pela agência nesta quarta-feira, 4/11, à Câmara dos Deputados.

Segundo a Anatel, em 1.029 municípios pelo menos uma operadora não atende os patamares mínimos de qualidade (há 329 atendidos apenas por uma delas, e outros 247 com duas). As metas são de 85% de sucesso nas conexões de voz e dados e no máximo 5% de queda das mesmas.

Ao discutir o problema na comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e Amazônia, o gerente de controle de obrigações de qualidade da Anatel, Vinicius Caram, disse que o descumprimento das metas de qualidade gerou multas de R$ 103,3 milhões à Oi; R$ 63,8 milhões à TIM; R$ 36,4 milhões à Claro; e R$ 34,4 milhões à Telefônica/Vivo.

Em 2012, a agência alegou que os indicadores de qualidade da telefonia celular atingiram patamares terríveis e proibiu TIM, Claro e Oi de venderem novos chips. Para suspender a proibição, exigiu planos de investimentos em melhoria das redes. Desde então, há um monitoramento constante das evoluções.

Em abril deste ano, quando a agência voltou a exigir medidas de melhoria e abriu novos processos por descumprimento de obrigações, eram 1.323 municípios nessa situação. Segundo a Anatel, a melhoria foi significativa diante de um quadro recente muito pior: em meados do ano passado 2.240 municípios estavam no que a agência carimba como ‘crítico’.

Também para sustentar que há melhora, a Anatel diz que, entre o fim do ano passado e meados deste 2015, o número de municípios ‘críticos’ por estado teve reduções importantes – como de 82% deles para 41% no Acre; ou de 56% para 15% no Mato Grosso; e 53% para 8% no Mato Grosso do Sul.

Houve, no entanto, quedas menos acentuadas. No Amazonas, onde 95% dos municípios eram ‘críticos’ em dezembro de 2014, o percentual recuou para 69% em junho último. No Amapá, de 63% para 44%. No Espírito Santo, a redução foi de 68% para 60%.

Fonte: Convergência Digital

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