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14 mar 2019

Bolsonaro diz que, mesmo no Planalto, dorme com uma arma ao lado da cama


O presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou que, mesmo ocupando o cargo mais importante do País e vivendo sob o forte esquema de segurança do Palácio da Alvorada, tem o costume de dormir com uma arma ao lado da própria cama. A declaração do presidente foi dada nesta quarta-feira (13), durante um café com jornalistas, no mesmo dia em que a discussão sobre o porte e a posse de armas voltou à tona com o massacre em Suzano, na Grande São Paulo.

No entanto, a declaração de Bolsonaro foi dada pela manhã de ontem, antes da ataque que deixou dez mortos em uma escola estadual paulista. Segundo informações do jornal Folha de São Paulo , o presidente disse que considera que o Palácio da Alvorada, mesmo com todo o policiamento que possui, oferece riscos, e afirmou que se sente mais protegido com a arma perto da cama. Segundo Jair Bolsonaro , sua esposa, Michelle, compreende sua posição.

Depois do ataque de ontem, o deputado Capitão Augusto (PR-SP), coordenador da bancada da segurança pública da Câmara, conhecida como ‘ bancada da bala ’, afirmou que episódios como o massacre de Suzano não mudarão a disposição dos aliados do presidente em relação à flexibilização do porte de armas de fogo. Ainda segundo o deputado, o tiroteio poderia ter sido evitado caso os “cidadãos de bem” que estavam no local portassem armas de fogo.

“Isso não interfere absolutamente em nada na política que nós temos de flexibilizar o porte de arma. Isso é uma questão muito racional, muito estudada, não é um fato ou outro como esse que vai fazer com que a gente desista”, declarou Augusto à  CBN.

Da mesma forma relatou o senador Major Olímpio (PSL-SP), que apontou “fracasso da política desarmamentista” e alegou que a tragédia poderia ter sido evitada caso os funcionários estivessem portando armas de fogo no momento em que a escola foi invadida.

Ontem, ainda no café da manhã e antes de qualquer informação sobre Suzano, Bolsonaro se limitou a dizer, a respeito do polêmico projeto de lei que trata do porte de armas, que o texto será enviado ao Congresso e que não terá regras tão rígidas como as atuais.

Uma das principais promessas de campanha de Bolsonaro, a flexibilização do Estatuto do Desarmamento foi atendida logo no início do mandato por meio de um decreto. Na ocasião, o presidente afirmou que “como o povo soberanamente decidiu por ocasião do referendo de 2005, para lhes garantir esse legítimo direito à defesa, eu como presidente vou usar essa arma”, disse Jair Bolsonaro , ao mostrar uma caneta e assinar o documento.

 

Fonte: iG

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