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19 jun 2015

Ato Público em frente ao TJPB marca paralisação dos servidores do Judiciário


8999999999999999999999999999999999999As atividades do poder judiciário foram paralisadas mais uma vez nesta quarta-feira (17), durante três horas em todo estado da Paraíba, os servidores cruzaram os braços e realizaram um ato público em frente ao Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB).

As duas paralisações dos servidores do Judiciário ocorridas nos dias 10 e 17 junho foram consideradas positivas por Benedito Fonseca, presidente do Sindicato dos Oficiais de Justiça da Paraíba (Sindojus-PB). “Tivemos a união dos servidores que mobilizaram as redes sociais e protestaram, principalmente contra a terceirização, um projeto do Tribunal de Justiça da Paraíba que visa apenas desvalorizar o serviço público. Convocamos todos os servidores a cruzar os braços por três horas mais uma vez no próximo dia 25 de junho. Vamos mostrar nossa força”, destacou Benedito.

De acordo com informações do Sindojus-PB, o presidente do TJPB pretende encaminhar um Projeto de Lei nos próximos dias para a Assembleia Legislativa solicitando autorização para contratação de pessoas estranhas aos quadros do judiciário estadual para atuar nas áreas fim dos cartórios, bem como dos Oficiais de Justiça.

A proposta do Presidente do TJPB, de maneira camuflada, pretende implantar a terceirização do trabalho na justiça estadual, com a forte tendência de, a médio e longo prazo, serem os contratados utilizados para substituir os servidores efetivos, como forma de diminuir os custos com pessoal e destinar a sobra desses recursos para o atendimento dos pleitos da magistratura.

Durante as manifestações, os servidores também cobram ao Tribunal de Justiça, a regulamentação da Gratificação de Produtividade; incorporação dos auxílios (alimentação e saúde) aos vencimentos dos servidores; abertura dos editais de remoção;cumprimento da Resolução 153 do CNJ; pagamento da diferença entre o que foi a título de database (6%) e o que foi consolidado, sobre o mesmo tema, no Relatório do Comitê Orçamentário e compromissado na última reunião do Pleno de 2014, inclusive, com o aval do próprio presidente, na época recém eleito.

Os servidores querem a abertura das negociações com a presidência do TJ para se buscar a adoção de um novo Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração para os servidores do judiciário estadual, mais próximo possível do conquistado pelos servidores da Justiça Federal.

Portal do Litoral

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